Historia de Arda versão 1.2

Escrito por Tulkas_Astaldo. Publicado em Arte dos Membros

"...e por isso proponho-me a mostrar a mitologia tal como ela aconteceu mesmo, e terei como objectivo mostrar tudo aquilo que eles não queriam que voçes soubessem, mas que eu na minha busca incessante por conhecimento descobri não com pouco espanto e choque."
 

Parte I
Do queijo e do nascimento dos Valar

"E no princípio era o Eru. E no princípio por geração espontânea de uma explosão de nada era o Eru, grande senhor queijo. Claro que nesses primeiros momentos da sua gloriosa existência a palavra queijo não era nada. Nesse tempo uma palavra nem era nada pois não existiam letras para as gerar. E Eru o queijo ao ver que a sua natureza não tinha significado, que tinha nascido do nada e que estava sozinho na sua magnificência ficou fundido.
Durante sete dias Eru foi ficando cada vez mais fundido (e quando o conceito de dia ainda não foi inventado uma semana demora muito a passar). E Eru ficou tanto tempo fundido que ficou a ser um queijo fundido de fabrico português. E da fundição de Eru nasceram vários seres a que ele chamou Valar. E Eru teve o bom senso de inventar a reprodução sexuada e viu que isso era bom. E criou os primeiros valar em sexos diferentes e viu que isso era bom.
Portanto surgiram os Valar, seres de luz com poderes inferiores ao Eru, e como os policias vieram aos casais.
Assim surgiu Manwë o mais parecido com o Eru (exepto que o Eru era Flamengo e Manvë era da serra), e a sua mulher Varda de cognome Elentari (EDP em alto elfico); surgiu Ulmo o incontinente; e Aulë o empreiteiro e a sua mulher Yavana do clube dos produtores do Modelo; Oromë que tinha problemas de tensão alta e a sua mulher Vana a “sempre jovem” (ainda hoje por causa disso Oromë é alvo de investigações da PJ); Mandos (de “O Juiz decide”) e Vairë; Lorien e Estë, Tulkas o Valente (aka “the Chiken hearted”) e Nessa a ágil (o que ele passou para a apanhar). Também nascidos nessa altura foram Niena a gótica emo, e Melkor. " 



Parte II
Dos “agarrados” e do tormento de Melkor

Ao fim de ver o fruto da sua fundição, Eru percebeu que Melkor não tinha par, sendo assim Eru criou uma nova expressão ao adjectivar Melkor de “agarrado”. Pouco depois Eru viu que Niena e Ulmo também não tinha par, sendo assim passou a palavra a plural, e passaram a ser os agarrados. Claro que sendo Niena de diferente sexo não merecia ser tratada como os outros dois agarrados por isso Eru sempre misericordioso definiu que ela seria a primeira das tias (á qual se seguiram uma prole de elfas mas isso é para perceber mais a frente).
O tempo seguiu e a vida era boa no mundo, excepto que não existia mundo ainda. Mas claro que nem todos os valar deixavam de ter os seus problemas. Melkor era de todos o mais “dotado”, acabava primeiro os trabalhos de casa, tinha sempre o quarto arrumado e tentava sempre dar-se bem com os irmãos. Mas como sempre, os outros com medo que Melkor se tornasse no favorito do criador, geraram-se invejas, e o pobre Melkor passou a ser maltratado. O principal fanfarrão era Manwë, em parte para se redimir do obvio (que cheirava a queijo), em parte por querer castigar Melkor por ter mais “poder”, Manwë começou a colocar todos os outros valar contra Melkor, batiam-lhe no recreio, rasgavam-lhe os livros quando ele estudava com tanto prazer, e faziam as maiores maldades para que ele fosse castigado pelo Eru.
Mas isso não era preciso, Eru já tinha agendado um “tau tau” diário a Melkor, e apesar de ele garantir que era por ele ter falhado nos acentos do ditado, ou por ter sujo o pedacinho de nada que algum dia seria qualquer coisa, que ia ser castigado toda a gente sabia que o pobre valar ia ao castigo a mesma.
Certo dia Eru chegou junto dos valar e disse, “Venham cá meninos, vamos fazer uma musiquinha”. Os valar ficaram muito excitados e chegaram-se todos ao velho Eru. Começaram com posições musicais simples ate que foram ficando cada vez mais complicadas. Mas o pobre Melkor continuava a achar tudo muito fácil pois como sempre já se tinha adiantado e tinha estudado muito bem a lição. Por isso Melkor já tinha pratica suficiente para criar as suas próprias composições e assim decidiu inovar.
Não tenho nessessidade de dizer portanto que todos os outros ficaram chocados com o arrojo de Melkor. Eru por essa vez ignorou. Mais tarde Eru disse que agora os Valar iriam criar a sua própria musica. Manwë tentou sair a liderar, mas o que fez foi uma copia do que o Eru tinha já feito, mesmo assim todos os outros o seguiram, apenas Melkor fez algo diferente, e contente pensando que o Eru gostava assim, achou que já não ia ao castigo nesse dia. O Eru gostou, mas houve castigo.
Eru mandou para tudo e disse, “ Poderosos são os valar, e de todos o mais “prendado” é Melkor, mas sinceramente olha a m**** que fizeste pá” (O Silmarillion pag. 17 2º paragrafo).
Nesse dia o castigo foi redobrado e Melkor, sentiu-se injustiçado, pois so queria agradar ao paizinho.


Parte III 
De Arda e de todas as porcarias que os valar fizeram enquanto cantavam que nem uns bezerros enquanto Eru coçava as mais variadas partes do corpo

O tempo passou ate que Eru veio aos Valar e disse “Venham meus filhos, vede o que fizestes”. E assim Eru levou os Valar a uma zona do seu imenso reino de nada, onde para surpresa dos jovem seres algo tinha surgido.
E Eru olhou para cada Valar e disse “”Grande” e “poderoso” é Eru que criou tão excelsos seres em apenas sete dias antes mesmo dos dias serem inventados. E “magníficos” sãos os Valar que criaram um mundo em algumas horas de musica. Mas não vos encheis de orgulho, pois nem este mundo, nem vós existiriam sem mim, e para Arda (é este o seu nome) tenho eu um plano maior e que nem ao mais poderoso dos valar será revelado.”
Então os valar olharam para o mundo e viram-se a eles próprios nele. Manwë sempre uma cabeça de vento criou o céu e as aves, e das quais aquela que tornou mais nobre foi aquela em que mais se revia, e aquela em que sem duvida depositava mais esperanças no futuro: a galinha.
Varda criou a luz, as companhias de electricidade que a iriam explorar e as estrelas que ficavam envolvidas nos céus de Manwë tal como ela ficava envolvida por Manwë no…Ulmo tinha um problema, não controlava o sistema urinário, por isso causou uma enchente de líquidos no mundo, mas por estranho que pareça os oceanos, mares e rios ficavam muito bem em arda, e foi criado um ciclo em que os fluidos de Ulmo subiam aos céus de Manwë e formavam nuvens que cobriam os céus de Manwë tal como ele o cobria quando eles….Aulë sempre gostou de trabalhar com as mãos, e com isso criou a terra, as pedras e tudo aquilo que podia ser trabalhado, criou as artes do obral e considerava-se o deus dos trolhas, criou um código próprio que usava frequentemente quando enviava os mais variados piropos repletos de palavras concupiscentes, e expressões diria mesmo lascivas.
Yavana mulher de Aulë repudiava um pouco os costumes do marido e amava coisas que cresciam por isso criou os pessegueiros, os carvalhos e todas as outras árvores, frutos e bicharocos que habitam neles.
Eru viu que os Valar olhavam para o seu trabalho e disse, “Vós habitareis este mundo e cuidareis dele como mais vos aprouver, tendei de fazer algo harmonioso pois em breve enviarei outros seres da minha criação, os primogénitos para habitarem nesse mundo, e ficarão sobre vossa tutela. Vão pois agora e metei mãos ao trabalho.”
Melkor olhou para baixo e viu a sua criação, já tinha ouvido em sussurros após sessões de castigo o plano de Eru sobre os primogénitos. Assim já com tudo isso em mente Melkor tinha criado a noite e a escuridão para os ocultar dos seus inimigos e descançar da claridade dos dias, o fogo para os proteger, iluminar a noite quando tinham necessidade, e para cozinhar os alimentos que consumiriam. Esta criação era tanto mais genial que consumia e transformava as mais variadas coisas, caberia então ao intelecto destes novos seres criar novas formas de utilização desta ferramenta…


Parte IV 
Aquela estação cujo nome começa em “prima” e acaba em “vera” quando aconteceu em arda parte um, o inicio da coisa

Aconteceu assim que os filhos do grande Queijo Fundido foram incumbidos de ir para Arda e decora-la como melhor lhes aprouvesse para a recepção dos outros filhos de Eru: os alegres, os mais pequeninos, e os que vinham depois e coiso.
De todos os Valar a mais atarefada foi Yavanna que se divertiu a plantar couves e outras coisas mais. Digamos que ela andava literalmente a por Arda verdinha. Varda também tinha andado atarefada a reunir o brilhante muco nasal que saia daquele que era considerado o mais perfeito nariz de Arda. Ora como a desgraçada estava constipada rapidamente encheu dois potes de vidro que davam aquilo que Aule chamava de, e cito, “uma luz do *******”. E dito isto Varda disse a Aule para ele ver se lhe construía duas colunas bem altas para se por os dois potes lá em cima e iluminar tudo o que era coisa em Arda porque aquilo estava muito escuro e as couves assim não se aguentavam. Aule lá bebeu a sua mini e depois deitou mãos à obra.
O tempo foi passando e a vida era boa. Arda estava verdinha, animaizinhos felpudos viviam nos bosques e florestas, e os potes no topo das colunas davam luz a tudo o que era coisa.
Melkor ainda não tinha estado em Arda desde que a decoração começou. O seu paizinho pôs o menino de castigo e Melkor não pode ir, no entanto tinha arranjado uma data de amiguinhos novos de que falaremos mais tarde.
Ora Melkor olhou para Arda e viu que era bom. Como já tinha passado o castigo todo contente foi-se juntar aos irmãos para lhes mostrar que ideias tinha criado para a decoração do mundo…


Parte IV II 
Tudo é mais bonito...em chamas.

Ora estavam os Valar todos a jantar após um árduo dia de trabalho decorativo quando Melkor apareceu. Os outros Vala não ficaram muito contentes, pois estavam felizes com o facto de dele andar ainda sob a alçada do grande queijo. Mesmo sabendo disso Melkor chegou-se junto de Manwe e pediu para poder participar na decoração visto que tinha tido umas ideias bestiais. Não agradou a ninguém mas Manwe deixou desde que Melkor não chateasse muito com as ideias dele. A noite transformou-se em dia e Melkor acordou cheio de vontade de mostrar a sua maior criação.
Yavanna estava como sempre a pairar contente sobre as suas couves e relva e outras verduras, e Melkor aproximou-se todo contente e disse:
- Ei olha o que aprendi a fazer. -E nisto surgiu uma bola de algo amarelo ou vermelho e quente nas mãos dele. - Chama-se fogo, consome oxigénio do ar e transforma em calor e luz, parece quase imaterial não é lindo?
Yavanna olhou para ele completamente oblivia ao que se passava algures nas mãos de Melkor ate que olhou para baixo.
- OH MEU DEUS TAS A PISAR A RELVA, TAS A MATA-LA, SAI SAI SAI SAI.
- Para que existe a relva se não é para caminhar sobre ela, agora não se pode pisar no chão? Tenho de flutuar também?
- SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI SAI.
Melkor saiu, ficou a pairar sobre a relva. Não aguentava mais pois quando Yavanna começava com este tipo de discurso não havia nada que a fizesse calar, e ainda por cima como era uma Valie não tinha sequer de parar para respirar…se ao menos ela tivesse botão para desligar…
- Não tens mesmo sentido pratico – disse Melkor desapontado que desanimado com a falta de interesse deitou fora a bola de fogo, por acaso com um pouco mais de força do que queria indo parar ao meio de uma bela floresta onde vivia o mais belo lote de animais fofinhos, rechonchudos e peludos. Autenticas bolas de pêlo muito amorosas.
O fogo ardeu por vários dias, as bolas de fogo agora tinham patinhas, corriam de um lado para o outro e gritavam. Melkor achou giro, eram ainda mais amorosos assim, Yavanna tinha feito um bom trabalho. Melkor suspirou de contentamento, realmente tudo ficava melhor com um pouco de fogo…essa invenção dos diabos.